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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Tipos de pena de morte pelo mundo afora


Decapitação, injeção letal, enforcamento, cadeira elétrica e  até fuzilamento. Estes são métodos de execução ainda existentes em pelo menos 58 países espalhados pelo mundo.


Nos Estados Unidos, uma pessoa pode ser condenada à morte por homicídio qualificado e atos de terrorismos. Há países em que, nem precisa muito para receber este tipo de sentença. No Irã, por exemplo, adultério e homossexualidade podem vir a ser condenáveis a morte. Já na China, crimes de fraude fiscal desvio de verba e tráfico de drogas com armas recebe o mesmo tipo de condenação.

Desde a criação da ONU, no ano de 1945, 132 países aboliram a pena capital (pena de morte).


Em países como a Somália e Paquistão prevalece a lei islâmica, aonde o marido ou mulher que trai, deve ser morto a pedradas. As vítimas são colocadas em buracos e enterradas - mulheres até o pescoço e homens até o quadril. O réu confesso pode anular a pena caso consiga escapar - obviamente isso não é vantagem para as mulheres. Quem atira a primeira pedra é a testemunha ou o juiz, caso o crime tenha sido confessado.



Também na China e em outros países, a exemplo de Bielorrússia, Coréia do Norte, Vietnã e Emirados Árabes, crimes  de adultério, estupro, homossexualidade e ofensas militares, chega-se a condenação de morte por fuzilamento. Na Bielorússia, um tiro é dado na parte de trás da cabeça, com a vítima ajoelhada. No Vietnã, o condenado é amarrado a um poste e um pelotão com cinco atiradores efetuam os disparos. Um carrasco ainda faz mais um disparo no ouvido.


Enquanto isso, nos Estados Unidos, a cadeira elétrica vai sendo cada vez mais substituída pela injeção letal, por ser considerada uma forma mais "humana" de execução. Desde janeiro de 2001 somente dez das 683 execuções dos EUA foram assim. O choque foi usado pela última vez em janeiro de 2013.

Curiosidade - em Taiwan a execução acontece com um tiro à queima-roupa por trás, no coração ou na cabeça - caso o apenado opte por doar os orgãos.

A China é o país que mais executa por ano - cerca de 3 mil, seguido pelo Irã, com 369 execuções anuais.

No Brasil, a última vez em que se aplicou a pena de morte para crimes civis, foi em 1876 e já não é mais aplicada desde a Proclamação da República em 1889. 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O que era e o que foi um ninja?


Ninjas foram os criadores de uma arte marcial japonesa conhecida como ninjútsu.

Trata-se de um conjunto de técnicas de espionagem e assassinato, praticadas por guerreiros mascarados, especialistas em truques fraudulentos. Ninguém sabe aonde termina a história e começa a lenda, já que, por ser uma técnica de espiões, o ninjútson era secreto e transmitido apenas de forma oral. Acredita-se ter surgido entre 718 e 770, durante o reinado do imperador Shõtoku e se espalhou por todo o Japão. O país passava por diversas guerras civis e as técnicas ninja começaram a ser adotadas por famílias que habitavam as montanhas no centro da Ilha de Honshu, a maior do Japão. Sempre que necessário, as famílias se uniam para combater inimigos comuns.


Com o fim das guerras internas, os ninjas praticamente desapareceram, durante o período Edo que durou de 1603 a 1868. Nessa época, as famílias ninjas foram repudiadas pela sociedade feudal em vigor, submetidas a perseguição. Contudo, o ninjútson subsistiu, de forma ainda mais secreta.




Os principais inimigos dos ninjas, eram os samurais, que ajudavam a manter o poder dos senhores feudais. No próximo período da história japonesa, que teve início com o império de Meiji, em 1868, tanto samurais como ninjas, foram proibidos de usar armas. O objetivo de Meiji era integrar o país à era moderna e ao resto do mundo. Mais, já no início do século 20, os ninjas voltaram a ser usados como espiões, durante ocupação da Manchúria, na China, pelo Japão.


Ataques e truques:

  • Mokuton: quer dizer "uso da árvore". O ninja se esconde atrás de troncos ou agita galhos para desviar a atenção do oponente.
  • Doton: "uso do solo e das pedras". Formações rochosas ou buracos no solo são usados para se esconder.
  • Suiton: "uso da água". O combatente pode ficar várias horas submerso, respirando por finos tubos de bambu, ou distrair o inimigo com o ruído da água.
  • Kinton: "uso do metal". Para ofuscar a visão do inimigo refletindo luzes brilhantes ou distraindo-os com ruídos.
Os ninjas usavam roupas escuras para não se fazerem notar, com isso ficaram conhecidos como "guerreiros das sombras".



De todas, a espada era a arma mais valorizada no combate. Pelo fato de as técnicas ninjas serem desconhecidas dos samurais, isso lhes dava uma vantagem.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Inglaterra. País que mais invadiu outros


A nação que mais invadiu outros países, ao longo da história, foi a Inglaterra.

Pesquisas feitas no ano passado (2012), analisou a história de mais de duzentos (200) países e concluiu que, dos cento e noventa e três (193) países reconhecidos pelas Nações Unidas, cento e setenta e um (171) foram invadidos pelos britânicos. Isso dá em média, cerca de 88,6%.

Mas é bom que se saiba que, nem todos os países invadidos chegaram a fazer parte do império britânico. Os dados incluem até mesmo invasões feitas por exploradores privados e piratas, desde que as aventuras fossem de conhecimento e tivesse o consentimento do governo.

O Brasil também está incluido nesta lista, já que em 1591, o corsário inglês Thomas Cavendish e sua equipe invadiu e saqueou as cidades de São Vicente e Santos, permanecendo por lá cerca de três (03) meses.

Segue a lista dos vinte e dois países que não receberam a "visita" dos britânicos em seus territórios:

Andorra; Bielorússia; Bolívia; Burundi; Chade, Congo; Costa do Marfim; Guatemala; Ilhas Marshall; Liechtenstein; Luxemburgo, Mali; Mônaco, Mongólia; Paraguai; Quirguistão; República Centro-Africana; São Tomé e Príncipe; Suécia; Tajiquistão; UZbequistão e Vaticano.


domingo, 3 de novembro de 2013

4:20. Hora mundial da maconha


Afinal de contas, o que é o 4:20 que estamos vendo por aí de forma bem explícita? Tem sido comum os jovens, inclusive andarem por aí vestindo camisas com essa expressão numérica.

4:20, é uma espécie de código de referência ao consumo da erva cannabis sativa, vulgarmente conhecida como maconha. Pode-se ver escrito também 4/20 ou 420.

Segundo algumas versões, 420 era um código utilizado pelos policiais americanos, para identificarem os indivíduos com algum tipo de envolvimento com a erva, como traficantes ou usuários.

A versão mais espalhada por aí, é que o formato 4:20 (16:20) indicava o momento em que nos anos 70, um grupo de amigos, estudantes de um determinado colégio dos Estados Unidos, se reuniam para fumarem maconha. Era portanto, o código usado entre integrantes do grupo para falarem do encontro sem levantar suspeitas. O tempo passou e o tal código terminou por transforma-se em uma referência mundial.

Em muitos países, o 20 de abril (4/20) é celebrado pelos apreciadores da cannabis sativa; maconha. É a data escolhida para as manifestações sobre a legalização da maconha para todos os usuários e não especificamente para uso medicinal.

De uma forma geral, 4:20 (16:20) é a hora usada para convite aos adeptos em todo mundo a fumarem um cigarro de maconha.






sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

De Bob Dylan a Bob Esponja


Considerado por muitos como o maior artista de todos os tempos, Bob Dylan é o 'rei' do papo cabeça musical. Sua fase clássica foi no começo dos anos 60, quando ele fazia música folk de protesto. Em 1965 Dylan enfrentou uma controvérsia estranha, quando foi hostilizado pelo público e pela crítica, por seu álbum It All Back Home (Ele volta pra casa). Tudo isso porque ele tinha guitarras elétricas. Na época a guitarra e o rock and roll eram vistos como coisa de malucos pelos críticos e fãs do folk. Só os Beatles, a partir do álbum Rubber Soul, de 1965 é que conseguiriam convencer o mundo de que o rock podia ser uma forma de arte séria. Os Beach Boys eram uma despretensiosa banda de surf music. Mas o vocalista, Brian Wilson, se sentiu desafiado pelo reconhecimento dos Beatles e em 1966 mudou o estilo da banda e após ter uma crise nervosa, acabou por perder espaço no grupo. Grupo este que viria a exercer influência em gente como Tom Kenny.


No início dos anos 80, Tom Kenny (foto) era vocalista da banda The Tearjerkers, que imitava descaradamente os Beach Boys, e foi um fracasso. tanto que ele decidiu mudar de ramo, e virou ator, comediante e dublador, mas só pegava pequenos papéis. Até que ele foi para a Nickelodeon, onde tirou a sorte grande e se tornou a voz de Bob Esponja. Desenho que foi criado pelo biológo marinho Steven Hillenburg, que se tornara animador no início dos anos 90. Com o intuito de dar personalidade ao atrapalhado Bob Esponja, Tom Kenny criou uma voz bem característica, aguda e meia fanhosa, que guarda certa semelhança, méritos artísticos à parte com a de Bob... Dylan.

* Texto de Fábio Marton a revista Super Interessante n° 305 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Tiririca não quer mais ser prefeito em SAMPA

O deputado Tiririca (PR-SP), informou que desistiu de concorrer a prefeitura de São Paulo. Ele alegou não está preparado para possivelmente assumir o posto.

O deputado mais votado do País disse ainda que sua eleição para o Congresso foi tão bonita que ele tem medo que uma eventual candidatura posso apagar tudo isso.

"O futuro a DEUS pertence", disse o parlamentar.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Carranca. Figuras místicas do Médio São Francisco.

Carranca é uma escultura com forma humana ou animal, esculpida em madeira que era utilizada inicialmente na proa (na frente) das embarcações que navegavam e navegam pelo rio São Francisco. As imagens espalharam-se pelo Brasil como uma forma de arte popular e passaram a ser vendidas em feiras e lojas de produtos artesanais. A origem das carrancas é desconhecida, deixando dúvidas se é negra ou ameríndia, se seriam amuletos ou tão somente ornamentos. Os artesãos que produzem as carrancas recebem o nome de carranqueiros.
Já pelos idos de 1888 as carrancas eram referenciadas nos livros de Antonio Alves Câmara e Durval Vieira Aguiar. As carrancas eram construídas a princípio com o objetivo comercial, pois a população ribeirinha dependia do transporte de mercadorias pelo rio, e os barqueiros utilizavam as carrancas para chamara a atenção para a sua embarcação. 


Em certo momento da história, a população ribeirinha passou a atribuir características místicas de afugentar maus espíritos às carrancas. Esta atribuição colocava em segundo plano o aspecto artístico da produção de carrancas e elas deixaram de ser apenas uma manifestação cultural popular de uma região brasileira. As principais cidades brasileiras comercializadoras de carranca são Petrolina/PE, Pirapora/MG e Juazeiro/Ba. Lendas da população ribeirinha do 'Velho Chico' relatam também que as carrancas serviam também para afugentar 'nêgo d'água'. O nêgo d'água é, segundo os pescadores da região um ser que vive a assustar os pescadores que navegam pelas águas do querido rio São Francisco.



* Fotos tiradas no Museu Regional de Juazeiro da Bahia.