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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Quantos países vivem sob regime de Ditadura


Atualmente, 50 países no mundo vivem sob regime de ditadura.

Nesses países, não existe o voto popular periódico para escolher os governantes e tampouco liberdade de expressão. Em alguns desses países, os governos afirmam que são democráticos e até organizam eleições. No entanto, os candidatos da oposição vivem sempre ameaçados e muitas vezes terminam morrendo de forma "misteriosa", pouco tempo antes do pleito. Em alguns casos, os resultados são pra lá de duvidosos, e surgem diversas acusações de fraude.

Cuba é a única ditadura da América, pois vive sob regime de um único partido, o Partido Comunista. Ainda assim a votação por lá só nos municípios com candidatos autorizados pelo partido. Nem pensar em eleição para o cargo de presidente. a ilha vive nesse modelo desde a Revolução de 1959, quando Fidel Castro tomou o poder. Lá não existe liberdade de expressão e a imprensa é proibida de criticar o governo.

O sistema ditatorial mais antigo que se tem conhecimento é de Omã, desde 1749. O país localizado no Oriente Médio, chama a atenção por ser governado pela mesma família há mais de 260 anos. Quem manda é o sultão Qaboos bin Said Al Said. Não existe Constituição e maior parte das regras é baseada no islamismo.

A China é considerada uma ditadura clássica. Além do rígido controle do Estado sobre a política, a censura é um fator marcante no país. varia desde a escolha dos filmes a passar no cinema até a imprensa. Por lá só existe o Partido Comunista e as eleições são feitas dentro dele. Membros do partido são os únicos candidatos e os únicos que votam.

O regime ditatorial também é conhecido como Autocracia.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Esclarecendo dúvidas


Vou esclarecer agora (ou pelo menos tentar), algumas dúvidas que você tem e nunca perguntou, ou ainda não tinha parado pra pensar nisso.


Uma arma com silenciador não faz nenhum barulho?

Um silenciador só serve para que os gases da ignição da pólvora da bala possam esfriar e se dissipar, fazendo diminuir o som da explosão. Essa redução não é tão grande assim, varia em média, 30 decibéis, ou seja, é pouco e o barulho do disparo reduz cerca de 20%. O projétil mantém seu barulho característico, causado pelo deslocamento em alta velocidade.

Uma pessoa presa só tem direito a um telefonema?

Ok! E se ninguém atender essa ligação?
Artigo 5º da Constituição Federal garante o direito à assistência familiar e de um advogado. Não importa quantas ligações sejam necessárias até que eles tomem conhecimento do ocorrido. O juiz da Comarca também é avisado para checar a legalidade da prisão.

Clorofórmio faz qualquer um desmaiar rapidinho?

Basta encostar um tecido umedecido com esse tipo de líquido no nariz de alguém para que a pessoa imediatamente apague. ERRADO!

Na prática o "nocaute" pode exigir entre cinco e dez minutos. Basta saber que 10 ml do produto faz parar o sistema respiratório da vítima. O clorofórmio evapora rapidamente, portanto, nem adianta molhar o pano com antecedência.

Quem leva um tiro na cabeça cai para frente?

O choque da bala aplica uma força tão absurda que a cabeça é projetada com muita violência, levando o restante do corpo. O impacto de um tiro, em geral, equivale a uma tonelada.


Pronto. Agora você já sabe.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Qual a altura ideal para saltar na água sem se machucar


Qual seria a altura máxima que uma pessoa poderia saltar na água sem sofrer danos físicos graves?

Bom! Mergulhadores profissionais evitam alturas superiores a quarenta metros. Portanto, os demais seres humanos normais não devem sequer, passar de um salto no trampolim do clube. Deve- se evitar ao máximo contato no impacto, e para isso, os pés e braços devem estar bem esticados, formando assim, uma espécie de flecha humana.

Mais até mesmo profissionais as vezes se dão mal e terminam se lesionando seriamente nos joelhos e tornozelos principalmente. Em alguns casos, o saltador não consegue retornar à superfície sozinho.

sábado, 28 de dezembro de 2013

A lenda do chupa-cabra


Falando do chupa-cabra. Segundos relatos, o "monstro" sugou inúmeros de animais em torno do mundo, a partir da década de 50, deixando a discussão aberta: se tratava de um alienígena, vampiro ou demônio?

Todas as vítimas mostravam algo em comum: eram encontradas completamente sem sangue e com pequeninos orifícios na região do pescoço, que podiam variar entre dois e três furos. Muitos eram os casos em que não se encontrava sinais de mastigação. Devido a dificuldade de associar tais marcas a um animal comum, levou-se à criação do mito chupa-cabra. As principais vítimas dos ataques eram animais domésticos.

Há quem acredite que o bicho era, na verdade, um demônio. Testemunhas que estiveram perto de suas vítimas afirmaram que sentiram forte cheiro de enxofre - fragância preferida do capeta.

Porto Rico foi o país que mais apresentou relatos sobre as aparições da criatura, na cidade de canovanas. Mais há relatos de aparições no México, Chile, EUA e até mesmo no Brasil.

Existe a teoria de que o chupa-cabra seja um extraterrestre, e que ele pode ter sido um animal de estimação de algum alienígena. Já para alguns ufólogos e estudiosos seria o resultado de um cruzamento entre um alienígena e um animal terrestre realizado por cientistas da Nasa que conseguiu escapar.

Segundo a lenda, o chupa-cabras seria um bípede e teria grandes olhos vermelhos e brilhantes, como os de uma mosca, pele escamosa e cinzenta, cabeça oval, espinhos que descem de sua cabeça, como uma crista, até o seu cóccix e patas com três garras.

No Brasil, ataques de chupa-cabras, começaram a ser noticiados a partir de 1997 em Campina Grande do Sul/PR. O interior de São Paulo também tiveram ocorrências parecidas.

Mais a explicações mais racionais sobre esse mito é que: as perfurações encontradas no pescoço das vítimas, nada mais eram do que marcas de caninos de animais como lobos, raposas, suçuaranas ou cães selvagens. Existe também a explicação de que, cultos satânicos tenham aproveitado a onda de medo para extrair sangue dos animais, o que faria parte de algum rito de sacrifício.

Há quem considere que os ataques foram obras de vândalos humanos.


* Fonte pesquisada: revista Mundo Estranho/dez-13

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Inglaterra. País que mais invadiu outros


A nação que mais invadiu outros países, ao longo da história, foi a Inglaterra.

Pesquisas feitas no ano passado (2012), analisou a história de mais de duzentos (200) países e concluiu que, dos cento e noventa e três (193) países reconhecidos pelas Nações Unidas, cento e setenta e um (171) foram invadidos pelos britânicos. Isso dá em média, cerca de 88,6%.

Mas é bom que se saiba que, nem todos os países invadidos chegaram a fazer parte do império britânico. Os dados incluem até mesmo invasões feitas por exploradores privados e piratas, desde que as aventuras fossem de conhecimento e tivesse o consentimento do governo.

O Brasil também está incluido nesta lista, já que em 1591, o corsário inglês Thomas Cavendish e sua equipe invadiu e saqueou as cidades de São Vicente e Santos, permanecendo por lá cerca de três (03) meses.

Segue a lista dos vinte e dois países que não receberam a "visita" dos britânicos em seus territórios:

Andorra; Bielorússia; Bolívia; Burundi; Chade, Congo; Costa do Marfim; Guatemala; Ilhas Marshall; Liechtenstein; Luxemburgo, Mali; Mônaco, Mongólia; Paraguai; Quirguistão; República Centro-Africana; São Tomé e Príncipe; Suécia; Tajiquistão; UZbequistão e Vaticano.


domingo, 3 de novembro de 2013

4:20. Hora mundial da maconha


Afinal de contas, o que é o 4:20 que estamos vendo por aí de forma bem explícita? Tem sido comum os jovens, inclusive andarem por aí vestindo camisas com essa expressão numérica.

4:20, é uma espécie de código de referência ao consumo da erva cannabis sativa, vulgarmente conhecida como maconha. Pode-se ver escrito também 4/20 ou 420.

Segundo algumas versões, 420 era um código utilizado pelos policiais americanos, para identificarem os indivíduos com algum tipo de envolvimento com a erva, como traficantes ou usuários.

A versão mais espalhada por aí, é que o formato 4:20 (16:20) indicava o momento em que nos anos 70, um grupo de amigos, estudantes de um determinado colégio dos Estados Unidos, se reuniam para fumarem maconha. Era portanto, o código usado entre integrantes do grupo para falarem do encontro sem levantar suspeitas. O tempo passou e o tal código terminou por transforma-se em uma referência mundial.

Em muitos países, o 20 de abril (4/20) é celebrado pelos apreciadores da cannabis sativa; maconha. É a data escolhida para as manifestações sobre a legalização da maconha para todos os usuários e não especificamente para uso medicinal.

De uma forma geral, 4:20 (16:20) é a hora usada para convite aos adeptos em todo mundo a fumarem um cigarro de maconha.






terça-feira, 24 de setembro de 2013

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso agora é um imortal


Aos 82 anos de idade, o ex-presidente da Répública Federativa do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, agora é um imortal.

No último dia de setembro do corrente ano, Fernado Henrique tomou posse da cadeira nº 36 da Academia Brasileira de Letras (ABL), em uma cerimônia que teve início por volta das 21:00hrs, com o ritual de entrega de medalha pelas mãos da escritora Nélida Pinõn, 76 anos. A espada por sua vez, foi entregue pelo imortal Eduardo Portella, 80. Ambos os objetos fazem parte da indumentária dos acadêmicos.

Durante o seu discurso de posse, o ex-presidente e agora imortal, não deixou de citar a mulher Ruth Cardoso, falecida no ano de 2008. "Por toda minha vida o meu esteio". Disse o imortal.

O fardão - indumentária usada pelos acadêmicos - chega a custar cerca de 70.000,00 (setenta mil reais), e a peça é feita de sarja inglesa verde-escura com ramos de café bordados com fios de ouro nos punhos e na frente.  O valor foi pago pelos governos do Rio de Janeiro e São Paulo. Fernando Henrique nasceu carioca, mas fez sua carreira política em São Paulo, daí os governos decidiram dividir os gastos.

Após receber cumprimentos dos amigos tais como: Gilberto Gil, a atriz Maitê Proença e muitos outros, ele brindou com a família.

"O importante na vida é ser curioso, aqui eu posso aguçar minha curiosidade.
(...) É preciso renovar sempre, tudo bem que com velho é difícil renovar, mas eu espero não esteja tão caquético". Estas foram palavras do mais novo imortal da ABL.



domingo, 15 de setembro de 2013

Como se calculou a velocidade da luz?


Esse fenômeno já deixou muita gente intrigada - acredito que até mesmo você que está lendo esse texto agora. A humanidade sempre quis entender como a luz consegue se propagar com tamanha facilidade e velocidade.

O primeiro a tentar determinar a velocidade da luz foi o físico Galileu Galilei. Ele tentou medir o tempo que a luz de duas lanternas gastava para fazer o percusso de ida e volta entre duas colinas. Mas não foi possível medir o pequeno tempo, por conta dos aparelhos da época, e com isso suas tentativas fracassaram.

Somente em meados de 1676, foi que o astrônomo dinamarquês Christensen Romer notou que o intervalo de tempo entre os eclipses da lua dependia da distância da Terra até ele. Ele notou isto ao fazer observações do satélite de Júpiter. Quando a Terra estava mais afastada de Júpiter a duração do eclipse era maior. Daí ele mediu a diferença de duração dos eclipses (17 minutos) e, com dados de distância e de tempo, determinou um valor aproximado de 300.000 km/s para a velocidade da luz no vácuo.

Fonte: Revista Popular Science edição nº 12

sábado, 14 de setembro de 2013

Uma medalha para cada bandido morto.


O governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB) elogiou, na manhã da última quinta-feira (12/09/13), o sargento da Polícia Militar, Evanildo Gomes, que reagiu a um assalto a uma Lotérica e matou os dois assaltantes em Campo Grande. “Vou dar uma medalha para cada bandido que ele mandou para o inferno”, afirmou durante a solenidade de formação de novos sargentos da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul.
O governador parabenizou o trabalho do sargento Gomes. “Ele mostrou eficiência e que a PM tem um ótimo treinamento”, ressaltou Puccinelli. Ele disse que a ação de Gomes foi em legítima defesa. “Foi (um ato) em proteção da sua vida e da vida de terceiros que estavam no local”. No momento da troca de tiros, sete clientes estavam na fila.
Por volta da data em questão, o sargento Gomes estava na Lotérica quando dois assaltantes chegaram e anunciaram o assalto. Eles começaram a agredir um funcionário da lotérica e estavam armados com pistola 9 mm e um revólver 38.
O policial estava a paisana e aguardou o momento certo para reagir. Ele escondeu o revólver calibre 38 no capacete. “Foi uma ação de 05 a 10 segundos”, contou Gomes, em entrevista ao Campo Grande News ontem. Ele atirou e matou os dois ladrões, Helton Esquiver da Cunha, 19 anos, e William Mercado Nunes, 24.
O governador ressaltou que a segurança pública é prioridade desde o início do Governo, em 2007. Ele contou que vai continuar investindo em efetivo e no sistema de inteligência. “Vamos fazer o trabalho mais modernizado”, frisou.
Ele contou que na semana passada, durante evento no Ministério da Justiça, o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, foi elogiado pelo desempenho da polícia em Mato Grosso do Sul. O Estado, segundo André, é um dos melhores do País no combate à criminalidade e na redução da violência.
O comandante da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto Davi dos Santos, disse que a realização de concurso público para contratar 524 novos policiais foi a grande realização deste ano. Ele disse que os índices sul-mato-grossenses são ótimos, mas os investimentos não podem parar. “É preciso ter mais efetivo e novas formas de combate ao crime, que se organiza cada vez mais, afirmou o coronel.

FONTE: Itaberaba Notícias

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O que é o "juridiquês"


Todo aquele simples mortal (assim que nem eu) que já tentou interpretar uma lei ou uma decisão judicial, sabe bem que isso é uma tarefa muito difícil e que beira o impossível. É como tentar ler o que está escrito em grego, só que para aumentar o grau de complicação o Google não traduz o "juridiquês", uma espécie de idioma criado por políticos e profissionais do Direito, com alguns termos técnicos e expressões em latim. 

Diria até que alguns usam esse modelo de linguagem apenas para ter status e instrumento de demonstração de poder. Acabam afastando a Justiça da sociedade, segundo o advogado Renato Paca no blog Traduzindo o Juridiquês.

Assim como bons médicos explicam o tratamento com palavras simples, um juiz deveria explicar sentenças de modo acessível. Sem precisar de tradução". 

Veja por exemplo:

"Denego a liminar pleiteada na exordial, inobstante após a oitiva da parte adversa e da dilação probatória possa lograr alcançar um outro epílogo para o deslinde da quaestio sub examine".
Tradução: Não atendo, por ora, a liminar requerida na petição inicial, ainda que possa chegar a uma outra conclusão após ouvir a outra parte e avaliar as provas produzidas.

* Com base nas informações a partir da revista Super Interessante, edição nº 322