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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Por que que o céu é azul?


                       
                          Me diz, por que que o céu é azul?

Essa é uma pequena parte de uma estrófe da música "Pais e filhos", que foi interpretada pelo saudoso Renato Russo.

Mais os físicos e cientistas foram buscar e trouxeram para nós, respostas para essa questão.

É sabido por muitos que a luz branca emitida pelo sol, é na verdade composta de sete cores básicas. Elas variam do violeta ao vermelho, cada uma com sua frequência. As moléculas de ar que compõem a atmosfera da Terra, refletem, absorvem e difundem a radiação solar.

A luz do sol, também chamada de luz branca, entra na atmosfera e é espalhada pelas moléculas do ar, pricipalmente nitrogênio, e vai para todas as direções.



A luz azul tem uma frequência (ciclos de ondas por segundos), muito próxima daquela de ressonância dos átomos da atmosfera, ao contrário da luz vermelha. Dessa forma, a luz azul movimenta os elétrons nas camadas atômicas das moléculas com muito mais acilidade que a vermelha. Isso provoca um ligeiro atraso na luz azul que é reemitida em todas as direções, num processo chamado dispersão de Rayleigh (físico inglês que explicou esse fenômeno).

A luz vermelha que não é dispersa e sim transmitida, continua em sua direção original, mas quando olhamos para o céu é a luz azul que vemos, porque é a que foi mais dispersada pela moléculas em todas as direções. Porém, logo no amanhecer e entardecer, a luz atravessa uma camada mais espessa da atmosfera. O azul se espalha tanto que não consegue chegar até nós e, por isso, vemos o céu vermelho. Partículas de umidade existentes na atmosfera também podem alterar essa dispersão da luz. Por isso que, antes ou após chover, pode-se ver as sete cores do espectro na faixa onde a luz atravessa as gotículas de água: o arco-íris.


* FONTE: Revista Super Interessante

O cão ataca se a pessoa demonstra medo


Graças a sua visão apurada, o cão consegue perceber mudanças no movimento de uma pessoa assustada. O cão descende do lobo e deste herdou o instinto da caça. 


Quando alguém começa a andar furtivamente ou com uma postura submissa, o bicho logo identifica uma presa fácil. O mesmo ocorre quando a pessoa corre. Nem sempre o cão persegue a vítima com o objetivo de atacar. Muitas das vezes só espantá-la e mostrar quem manda no território.


O problema é que, quando alguém está com medo do animal, costuma fazer movimentos bruscos, como levantar a mão por exemplo. Esse gesto de defesa do indivíduo é entendido como um ataque pelo cão e pode levá-lo a avançar.


Por que trememos tanto depois de um grande susto


De repente você está andando pela rua, tranquilo e distraído, quando inusitadamente surge um estouro sabe-se lá de onde e nem porque. Aí não tem jeito. O nome da palavra é susto. Aos poucos você vai retornando ao seu estado psicológico normal. Mais este acontecimento deixa uma rápida sequela: a tremedeira.


Mas, e por que trememos depois de um grande susto?

Isso acontece por causa da grande adrenalina que ocorre no organismo. Sempre que há uma situação de estresse ou de emergência, essa substância é liberada pela glândula suprarenal, que como o próprio nome sugere, está localizada acima do rins. Quando acontece essa descarga, receptores nos tecidos do corpo humano; chamados de adrenérgicos, enviam grande quantidade de sinais para o cérebro, preparando o organismo para enfrentar a situação, considerada ameaçadora. Como essa descarga adrenérgica costuma ocorrer em situações de perigo, o cérebro estimula o sistema nervoso periférico, enviando sinais para ajudarem o corpo a reagir. No caso de um susto, as reações possíveis, são a fuga ou o enfrentamento.

Então, as pupilas dilatam para que a pessoa enxergue melhor, os batimentos aceleram e a pressão arterial aumenta, com isso os músculos recebem mais oxigênio e maior irrigação sanguínea, em uma atividade física bem mais intensa e rápida. Normalmente apresentamos pequenos tremores provocados por semicontrações nos músculos, que confere equilíbrio. Mais o aumento de fluxo nas informações para o cérebro interfere nesse equilíbrio, provocando tremores exacerbados.


A palavra susto também pode ser interpretada como: medo profundo e repentino; sobressalto; terror.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Aprendendo sobre a Navalha de Occam


A Navalha de Occam é um princípio científico e filosófico que propõe que, entre hipóteses formuladas sobre as mesmas evidências, é mais racional acreditar na mais simples. Ou seja: diante de várias explicações para um problema, a mais simples tende a ser a mais correta.

A primeira pessoa a pregar essa teoria foi Aristóteles, no século 4 a.C. Mais foi o filósofo inglês Guilherme de Ockam, quem mais usou esse argumento em seus debates filósoficos. Daí o motivo de levar esse nome: Occam. 

Já o termo "navalha" ou "lâmina" é uma metáfora que surgiu muito depois dele: sugere que, com o uso da parcimônia, a hipótese mais complicada é "cortada".

Guilherme de Ockam, nasceu na Vila de Ockam, nos arredores de Londres, em 1285. Ele ficou conhecido como doutor invencível (doctor invicibilis) ou iniciador venerável (venerabilis inceptor). Morreu vítima da peste negra em 09 de abril de 1347. Ockam foi um frade franciscano, filósofo, lógico e teólogo.

Entenda: a Navalha de Occam é um princípio metodológico, e não uma lei que diz o que é verdade e o que não é. Ela não sugere que as explicações mais simples são sempre as verdadeiras e que as mais complexas devem ser refutadas em qualquer situação.

Exemplificando o conceito sobre Navalha de Occam:

Testemunhas olham para cima e veem um ovni (objeto voador não identificado).

Seria um pássaro?
Conforme o objeto se aproxima, a hipótese ganha diferentes características, já que aviões voam alto, são grandes e se movem rapidamente (três coisas foram analisadas na avaliação).

Então seria um pássaro?

Pássaros podem voar alto e em várias direções. 

A partir destas análises então, poderá aquele grupo que está a olhar para cima definir do que se trata. Se de uma coisa ou de outra. Mais isso não quer dizer explicitamente que uma ou outra esteja correta. A não ser que o objeto fique completamente vísivel à todos a olho nú.



Parcimônia: ato de poupar; de economizar.

Refutadas: rebatidas, destruídas.







sábado, 1 de fevereiro de 2014

Quantos países vivem sob regime de Ditadura


Atualmente, 50 países no mundo vivem sob regime de ditadura.

Nesses países, não existe o voto popular periódico para escolher os governantes e tampouco liberdade de expressão. Em alguns desses países, os governos afirmam que são democráticos e até organizam eleições. No entanto, os candidatos da oposição vivem sempre ameaçados e muitas vezes terminam morrendo de forma "misteriosa", pouco tempo antes do pleito. Em alguns casos, os resultados são pra lá de duvidosos, e surgem diversas acusações de fraude.

Cuba é a única ditadura da América, pois vive sob regime de um único partido, o Partido Comunista. Ainda assim a votação por lá só nos municípios com candidatos autorizados pelo partido. Nem pensar em eleição para o cargo de presidente. a ilha vive nesse modelo desde a Revolução de 1959, quando Fidel Castro tomou o poder. Lá não existe liberdade de expressão e a imprensa é proibida de criticar o governo.

O sistema ditatorial mais antigo que se tem conhecimento é de Omã, desde 1749. O país localizado no Oriente Médio, chama a atenção por ser governado pela mesma família há mais de 260 anos. Quem manda é o sultão Qaboos bin Said Al Said. Não existe Constituição e maior parte das regras é baseada no islamismo.

A China é considerada uma ditadura clássica. Além do rígido controle do Estado sobre a política, a censura é um fator marcante no país. varia desde a escolha dos filmes a passar no cinema até a imprensa. Por lá só existe o Partido Comunista e as eleições são feitas dentro dele. Membros do partido são os únicos candidatos e os únicos que votam.

O regime ditatorial também é conhecido como Autocracia.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Esclarecendo dúvidas


Vou esclarecer agora (ou pelo menos tentar), algumas dúvidas que você tem e nunca perguntou, ou ainda não tinha parado pra pensar nisso.


Uma arma com silenciador não faz nenhum barulho?

Um silenciador só serve para que os gases da ignição da pólvora da bala possam esfriar e se dissipar, fazendo diminuir o som da explosão. Essa redução não é tão grande assim, varia em média, 30 decibéis, ou seja, é pouco e o barulho do disparo reduz cerca de 20%. O projétil mantém seu barulho característico, causado pelo deslocamento em alta velocidade.

Uma pessoa presa só tem direito a um telefonema?

Ok! E se ninguém atender essa ligação?
Artigo 5º da Constituição Federal garante o direito à assistência familiar e de um advogado. Não importa quantas ligações sejam necessárias até que eles tomem conhecimento do ocorrido. O juiz da Comarca também é avisado para checar a legalidade da prisão.

Clorofórmio faz qualquer um desmaiar rapidinho?

Basta encostar um tecido umedecido com esse tipo de líquido no nariz de alguém para que a pessoa imediatamente apague. ERRADO!

Na prática o "nocaute" pode exigir entre cinco e dez minutos. Basta saber que 10 ml do produto faz parar o sistema respiratório da vítima. O clorofórmio evapora rapidamente, portanto, nem adianta molhar o pano com antecedência.

Quem leva um tiro na cabeça cai para frente?

O choque da bala aplica uma força tão absurda que a cabeça é projetada com muita violência, levando o restante do corpo. O impacto de um tiro, em geral, equivale a uma tonelada.


Pronto. Agora você já sabe.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Qual a altura ideal para saltar na água sem se machucar


Qual seria a altura máxima que uma pessoa poderia saltar na água sem sofrer danos físicos graves?

Bom! Mergulhadores profissionais evitam alturas superiores a quarenta metros. Portanto, os demais seres humanos normais não devem sequer, passar de um salto no trampolim do clube. Deve- se evitar ao máximo contato no impacto, e para isso, os pés e braços devem estar bem esticados, formando assim, uma espécie de flecha humana.

Mais até mesmo profissionais as vezes se dão mal e terminam se lesionando seriamente nos joelhos e tornozelos principalmente. Em alguns casos, o saltador não consegue retornar à superfície sozinho.

sábado, 28 de dezembro de 2013

A lenda do chupa-cabra


Falando do chupa-cabra. Segundos relatos, o "monstro" sugou inúmeros de animais em torno do mundo, a partir da década de 50, deixando a discussão aberta: se tratava de um alienígena, vampiro ou demônio?

Todas as vítimas mostravam algo em comum: eram encontradas completamente sem sangue e com pequeninos orifícios na região do pescoço, que podiam variar entre dois e três furos. Muitos eram os casos em que não se encontrava sinais de mastigação. Devido a dificuldade de associar tais marcas a um animal comum, levou-se à criação do mito chupa-cabra. As principais vítimas dos ataques eram animais domésticos.

Há quem acredite que o bicho era, na verdade, um demônio. Testemunhas que estiveram perto de suas vítimas afirmaram que sentiram forte cheiro de enxofre - fragância preferida do capeta.

Porto Rico foi o país que mais apresentou relatos sobre as aparições da criatura, na cidade de canovanas. Mais há relatos de aparições no México, Chile, EUA e até mesmo no Brasil.

Existe a teoria de que o chupa-cabra seja um extraterrestre, e que ele pode ter sido um animal de estimação de algum alienígena. Já para alguns ufólogos e estudiosos seria o resultado de um cruzamento entre um alienígena e um animal terrestre realizado por cientistas da Nasa que conseguiu escapar.

Segundo a lenda, o chupa-cabras seria um bípede e teria grandes olhos vermelhos e brilhantes, como os de uma mosca, pele escamosa e cinzenta, cabeça oval, espinhos que descem de sua cabeça, como uma crista, até o seu cóccix e patas com três garras.

No Brasil, ataques de chupa-cabras, começaram a ser noticiados a partir de 1997 em Campina Grande do Sul/PR. O interior de São Paulo também tiveram ocorrências parecidas.

Mais a explicações mais racionais sobre esse mito é que: as perfurações encontradas no pescoço das vítimas, nada mais eram do que marcas de caninos de animais como lobos, raposas, suçuaranas ou cães selvagens. Existe também a explicação de que, cultos satânicos tenham aproveitado a onda de medo para extrair sangue dos animais, o que faria parte de algum rito de sacrifício.

Há quem considere que os ataques foram obras de vândalos humanos.


* Fonte pesquisada: revista Mundo Estranho/dez-13

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Inglaterra. País que mais invadiu outros


A nação que mais invadiu outros países, ao longo da história, foi a Inglaterra.

Pesquisas feitas no ano passado (2012), analisou a história de mais de duzentos (200) países e concluiu que, dos cento e noventa e três (193) países reconhecidos pelas Nações Unidas, cento e setenta e um (171) foram invadidos pelos britânicos. Isso dá em média, cerca de 88,6%.

Mas é bom que se saiba que, nem todos os países invadidos chegaram a fazer parte do império britânico. Os dados incluem até mesmo invasões feitas por exploradores privados e piratas, desde que as aventuras fossem de conhecimento e tivesse o consentimento do governo.

O Brasil também está incluido nesta lista, já que em 1591, o corsário inglês Thomas Cavendish e sua equipe invadiu e saqueou as cidades de São Vicente e Santos, permanecendo por lá cerca de três (03) meses.

Segue a lista dos vinte e dois países que não receberam a "visita" dos britânicos em seus territórios:

Andorra; Bielorússia; Bolívia; Burundi; Chade, Congo; Costa do Marfim; Guatemala; Ilhas Marshall; Liechtenstein; Luxemburgo, Mali; Mônaco, Mongólia; Paraguai; Quirguistão; República Centro-Africana; São Tomé e Príncipe; Suécia; Tajiquistão; UZbequistão e Vaticano.


domingo, 3 de novembro de 2013

4:20. Hora mundial da maconha


Afinal de contas, o que é o 4:20 que estamos vendo por aí de forma bem explícita? Tem sido comum os jovens, inclusive andarem por aí vestindo camisas com essa expressão numérica.

4:20, é uma espécie de código de referência ao consumo da erva cannabis sativa, vulgarmente conhecida como maconha. Pode-se ver escrito também 4/20 ou 420.

Segundo algumas versões, 420 era um código utilizado pelos policiais americanos, para identificarem os indivíduos com algum tipo de envolvimento com a erva, como traficantes ou usuários.

A versão mais espalhada por aí, é que o formato 4:20 (16:20) indicava o momento em que nos anos 70, um grupo de amigos, estudantes de um determinado colégio dos Estados Unidos, se reuniam para fumarem maconha. Era portanto, o código usado entre integrantes do grupo para falarem do encontro sem levantar suspeitas. O tempo passou e o tal código terminou por transforma-se em uma referência mundial.

Em muitos países, o 20 de abril (4/20) é celebrado pelos apreciadores da cannabis sativa; maconha. É a data escolhida para as manifestações sobre a legalização da maconha para todos os usuários e não especificamente para uso medicinal.

De uma forma geral, 4:20 (16:20) é a hora usada para convite aos adeptos em todo mundo a fumarem um cigarro de maconha.